
My life suffocates
Planting seeds of hate
Ive loved, turned to hate
Trapped far beyond my fate
I give
You take
This life that I forsake
Been cheated of my youth
You turned this lie to truth
Anger
Misery
Youll suffer unto me
Harvester of sorrow
Language of the mad
Harvester of sorrow
Pure black looking clear
My work is done soon here
Try getting back to me
Get back which used to be
Drink up
Shoot in
Let the beatings begin
Distributor of pain
Your loss becomes my gain
Anger
Misery
Youll suffer unto me
Harvester of sorrow
Language of the mad
Harvester of sorrow
All have said their prayers
Invade their nightmares
See into my eyes
Youll find where murder lies
Infanticide
Harvester of sorrow
Language of the mad
Harvester of sorrow
Language of the mad
Harvester of sorrow
Mais um momento memorável num dia fantástico!
Birth
School
Metallica
Death
sábado, 14 de junho de 2008
Harvester Of Sorrow
segunda-feira, 5 de maio de 2008
ASIMO

Na feira internacional de lisboa, no stand da Honda, eseve um espectáculo muito peculiar: pela primeira vez, o robot ASIMO (Advanced Step in innovative Mobility) fez uma demonstração das suas capacidades.
É deveras impressionante. O robot não só anda como corre, tanto em linha recta como em corrida circular como até a desviar-se de obstáculos. Consegue cumprir ordens, como ir buscar as bebidas ao bar, está dotado de reconhecimento facial e vocal, e a lista podería continuar.
Como informático tocou-me imenso naturalmente; o facto de uma máquina conseguir andar em duas pernas sem nunca perder o equilibrio é um feito que poucos conseguem dar a devida importância.
Mas não estou aqui para falar de detalhes técnicos.
Ora, no fim da actuação do ASIMO, aconteceu um fenómeno curioso: as pessoas aplaudiram-no, como se de um ser vivo se tratasse.
Todos ali sabiam que era apenas uma máquina, apenas mais evoluida que o nosso microondas ou frigorifico, e no entanto toda a gente mostrou empatia para com ASIMO. E isto deixou-me a pensar: afinal é possivel ter sentimentos para com uma máquina? E se algum dia se construisse uma máquina consciente de si própria, com inteligência, desejos, gostos e ambições, será que teria tanto direito à vida como qualquer ser biológico? Seria aceite na nossa sociedade mesmo sendo uma criação nossa?
Eu sinceramente não sei, mas aquela demonstração de capacidades do ASIMO, e sobretudo a reacção do público no final deixaram-me a pensar que talvez a ficção cientifica não seja assim tão ficção.
ASIMO Homepage
domingo, 27 de abril de 2008
O Alquimista

Sim, eu sei que já o devia ter lido há muito tempo, mas só agora é que tive oportunidade.
E realmente, O Alquimista de Paulo Coelho, é um livro absolutamente genial.
Não vou fazer uma sinopse do livro aqui, porque simplesmente acho que é impossivel. Ler este livro é uma experiência demasiado pessoal para ser contada... Tem mesmo que ser vivida!
A mim fez-me olhar certos aspectos da vida de uma perspectiva completamente diferente; como que me fez afastar um pouco da minha realidade para conseguir ver que faço parte de algo bem maior, que quando tenho um objectivo e o desejo muito alcançar "Todo o universo conspira a meu favor", e que todos os dias temos sinais disso, apenas os temos que saber observar.
Eu sei que parece um bocado estranho isto tudo, mas espero que sirva de incentivo para pegarem no livro! Espero que signifique tanto para vocês como significou para mim.
P.S: Se quiserem deixar aqui as vossas interpretações do livro estão à vontade!
O Alquimista
Imagem:O Alquimista, de Pietro Longhi
domingo, 20 de abril de 2008
Papa USA Tour 08

Estava eu a ver as noticias, num canal que não me paga para lhe fazer publicidade, e deparo-me com algo bizarro: estavam a falar sobre a indumentária do Papa, que se encontra neste momento nos Estados Unidos da América.
Até aqui tudo bem. O Papa veste-se de igual à mais de mil anos (deve ser falta de imaginação no Vaticano, não sei). Mas o que me chamou à atenção foi o facto de, na reportagem, terem dito que o chanato do Santo Pontífice é Prada e os seus óculos de sol (ok...o Papa com óculos de sol é daquelas imagens que pagava para ver=) ) são Cartier, nem mais nem menos!
Ora bem, eu estive a informar-me e uns sapatos Prada custam entre 400 e 800 euros pelo que eu vi. Já o par de óculos de sol Cartier custam entre 800 a 900 euros.
Isto perturbou-me muito.
A Igreja, que defende os pobres, fracos e oprimidos, cuja sua figura central, Jesus de Nazaré, defendia o modo de vida mais humilde possivel... Tem o seu líder a cometer estas atrocidades...
Eu não entendo. Se usassem o dinheiro destas "futilidades mundanas que até aposto que são pecado" a ajudar quem realmente necessita, era capaz de ser uma ideia melhor.
Mas ali está o Papa, acompanhado de todo o seu séquito no seu tour pelos EUA, qual estrela de rock, movendo multidões e vendendo montanhas de merchandising (aposto que até sei para onde vai o lucro das almofadas estampadas com a cara de Bento XVI).
Enfim... É melhor deixar o post por aqui antes que comece a ficar demasiado agressivo e seja irremediavelmente condenado ao "Fogo Eterno".
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Beijo

Um beijo é uma obra de arte, feita a dois.
E como todas as obras de arte, é feita à velocidade da inspiração, espontâneamente. Sem pressa, dedicando a alma (não o cérebro) à sua criação. Temos que ter atenção ao todos os pequenos detalhes, porque um beijo não se trata apenas de lábios e lingua: começa com um olhar profundo, continua a galope dos lábios e espalha-se por todo o corpo.
São detalhes, como estes, que fazem que um beijo seja absolutamente inesquecível.
Mas acima de tudo, eu acredito firmemente que um beijo não se dá, nem se recebe, mas experimenta-se! E é das melhores coisas que se pode descobrir e experimentar a dois.
Imagem: O Beijo
Rodin
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Hélder o rei do Kuduru e os transportes públicos.

Tenho reparado numa moda, que se está a alastrar rápidamente, e é absolutamente enervante. Falo do hábito de por música no alta voz do telemovel nos transportes públicos.
Vai uma pessoa no comboio de Sintra, às 6 da tarde, onde não cabe nem mais uma alma, cansado de um dia de trabalho ou de estudo consoante o caso, a tentar subir a cabeça para não respirar aquele ar com aroma a sovaco, quando alguém tira do telemóvel e.... Cha pum catapum Chapum... A bela da Kizomba com distorsão, já que telemóveis (ainda) não são aparelhagens.
Mas afinal qual é a ideia minha gente? É animar a malta? É mostrar que tem um telemovel que faz barulho? Ou é simplesmente chatear?
Sinceramente... Mas será que não entendem que as pessoas não são obrigadas a ouvir a musiquinha? E headfones, será que conhecem?
E eu ainda por cima que tenho azar de não gostar de Kizomba... Mas todos os dias, invariavelmente tenho que ouvir os êxitos de Hélder o rei do Kuduru ou de Buraka Som Sistema.
Melhor que isto, só mesmo quando há dois telemoveis na mesma carruagem a tocar musicas diferentes. Ora temos Hélder o rei do Kuduru, uma música monocórdica qualquer de Buraka Som Sistema e o chiar das rodas do comboio nas linhas. Ocasionalmente o ensurdecedor PPPIIIII antes das portas fecharem.
É de uma pessoa ficar maluca....
P.S: Ainda não estou como o Leónidas a jogar "Quem quer ser milionário" com esta situação, mas tenho medo de acabar assim=D
sábado, 5 de abril de 2008
Informática e as suas piadas

Todos os cursos tem as suas "private jokes", mas há um que se destaca: Informática.
Não sei ao certo porque é que, nós informáticos, temos um sentido de humor tão desenvolvido. Talvez seja porque estudamos coisas tão estranhas que, para vingarmos na profissão e para mantermos a nossa (pouca) sanidade mental, temos que nos armar de doses industriais de bom humor.
As piadas são realmente muitas e variadas: desde a clássica "apenas existem 10 tipos de pessoas, as que sabem binário e as que não sabem", até às elaboradas que provam que um caracol é mais rápido a transportar informação do que a nossa ligação adsl.
Somos os únicos que entramos nas estações do metro e nos rimos porque em vez de estar a passar um anúncio nos projectores, está a passar um POST (vulgo "letras e números estranhos que aparecem quando ligamos o pc:P"). Mas a piada não está no facto de estar ali um sistema a funcionar mal, mas sim no facto de termos encontrado uns códigos de erro por ali perdidos que mais ninguem entende nem quer entender.
A cultura humoristica do informático é tão vasta, que existe merchandising relacionado!
Se visitarem o siteThink Geek vão encontrar as coisas mais estapafurdias acerca da informática: pens que se auto destroem quando se tenta aceder sem autorização, relógios que dão a hora em binário até cuecas com os códigos de erro do http (ou seja, os códigos que aparecem no browser quando um site não é encontrado por exemplo). A lista podia continuar quase indefinidamente.
Somos seres estranhos mesmo. Afinal quem é que vai achar que uma tshirt a dizer SYN a frente e ACK atrás é a piada do século?
Informático...{2B | ^{BB}}
P.S: Para quem não entendeu a piada da imagem, significa "There's no place like home=)"
