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Começa com um olhar, ou um toque, ou por alguma razão inexplicavel.
Todo o nosso ser estremece: corpo, mente, alma.
O coração dispára, tudo o resto pára.
Neste momento, qualquer tentativa de resistência é inútil, pois o que nos move já não é a razão... É algo que apenas existe, que faz parte de nós e que não dá para explicar.
Os olhos tornam-se acessórios; o essencial é-lhes invisível.
O tempo pára. Apenas existe o agora, e é tudo o que nos importa.
Apenas aquela pessoa faz sentido neste instante eterno; maravilhamo-nos com o doce som da voz, a profundidade do olhar que parece tocar-nos a alma, a textura da pele, a forma do rosto, do cabelo, do corpo...
E, de repente, fechamos os olhos e ela, a pessoa que abalou os alicerces do nosso ser, ainda está lá. Como num sonho daqueles que nos fazem não querer acordar nunca.
E deixamos que se torne um habitante da nossa mente. Começa a estar sempre presente: acordamos e ela ali está, adormecemos e ela não nos deixa.
Desesperamos. Desejamos tanto e não temos. Tentamos ter e não conseguimos ter coragem para conquistar.
É então que, finalmente, um pensamento nos assalta a mente com a força ribombante de um trovão: "Tudo isso que sentes... é paixão"
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domingo, 9 de março de 2008
Paixão
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